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Semi senoidal, senoidal ou online? Qual é o nobreak mais indicado?

Nobreak Semi Senoidal, Senoidal E Dupla Conversão

Atualmente, existem no mercado três tipos de nobreaks: semi senoidais, senoidais e dupla conversão, também conhecidos como nobreaks online. Cada um deles possui uma funcionalidade específica, portanto, para atender com qualidade e eficácia à demanda de seus clientes, você precisa entender a diferença entre cada um desses modelos, como e onde eles serão utilizados.

Principais diferenças entre os modelos de nobreaks

  • Nobreaks semi senoidais:

São aqueles que possuem uma forma de onda quadrada ou trapezoidal, indicados para equipamentos com fonte chaveada, ou seja, eletrodomésticos simples, como desktops, periféricos de informática simples, wi-fi, modens, switches, sistemas de alarme, sistemas de CFTV e monitoramento, entre outros.

  • Nobreaks senoidais:

Produzem uma forma de onda pura, idêntica à da rede elétrica. Portanto, são indicados para todos os aparelhos, inclusive os mais sofisticados, que necessitam de um formado de onda perfeito, como PCs Gamers, Smart TVs, eletros que possuem motores (indutores) e cargas resistivas (lâmpadas). Os nobreaks senoidais também são indicados para todos os tipos de automatizações residenciais e comerciais.

  • Nobreaks dupla conversão (online):

São destinados a equipamentos muito sensíveis às oscilações de energia e que não podem sentir a comutação existente nos nobreaks semi senoidais e senoidais. O modelo de dupla conversão, também conhecido como online, é indicado para equipamentos médicos, grandes servidores e plotters, aparelhos que necessitam de uma proteção ainda maior. Para exemplificar, imagine um paciente realizando uma tomografia. Se a energia elétrica falhar e o tomógrafo não estiver conectado a um nobreak online, a imagem coletada poderá sofrer ruídos, influenciando no diagnóstico.

Nesse mesmo modelo, a NHS inseriu um transformador isolador, que é uma dupla proteção para os equipamentos conectados aos nobreaks, protegendo todos eles, como um peito de aço, contra surtos elétrico, o que elimina o risco de queimar os aparelhos.

Ao escolher um nobreak para seus clientes, certifique-se de que o que ele entrega é realmente o que diz na caixa. Muitos fabricantes prometem o que não conseguem cumprir.

Vendas consultivas: entendendo exatamente o que o cliente quer

No modelo tradicional de vendas, o vendedor se preocupa apenas com o objetivo final e acaba “empurrando” produtos para o cliente. Hoje, sabemos que este modelo não é tão eficaz, pois o comportamento de consumo das pessoas mudou. “É por isso que a NHS defende a venda consultiva, em que o vendedor atua como um consultor, buscando compreender exatamente o que o cliente precisa para, então, oferecer a melhor solução”, explica João Ricardo Maxwell, consultor de negócios da NHS.

Para entender qual modelo de nobreak o seu cliente realmente precisa, faça as seguintes perguntas:

  1. Quais equipamentos serão conectados ao nobreak?
  2. Qual é a carga real em Watts?
  3. O cliente necessita de autonomia? De quanto tempo?
  4. O cliente possui um gerador? Se sim, opera por quanto tempo?
  5. Qual é a tensão de entrada e de saída?
  6. Qual é a cidade e o Estado?

Esta última pergunta é essencial, pois cada estado possui um tipo de instalação e de distribuição de energia elétrica (delta ou estrela).

Entendendo o cenário do cliente, você conseguirá vender o nobreak ideal – que inclusive poderá ser customizado, dependendo da necessidade”, revela João Ricardo. Nesse caso, a NHS dará todo o suporte para você desenvolver o projeto e, com isso, garantir a satisfação do freguês.

Fale conosco para receber mais informações sobre nossos produtos e revendas.

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