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Como não perder a produção de leite com a falta de energia

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Diversos equipamentos da indústria leiteira dependem da energia elétrica para funcionar. Veja como manter a produtividade mesmo com quedas de energia.

 

Você pode não perceber, mas boa parte da energia elétrica produzida no Brasil é utilizada por Indústrias.  De acordo com uma pesquisa divulgada pela Universidade Federal de Goiás, o setor industrial é responsável por 39% do consumo. É uma relação íntima de dependência: para manter a produtividade em dia, todos os equipamentos precisam estar funcionando e, para que isso seja possível, a energia elétrica não pode faltar. Mas nós sabemos que, na prática, essa história é diferente. Indústrias de todo o Brasil sofrem prejuízos com quedas de energia, inclusive os produtores de leite.

 

 

Todos os anos, muitos casos de perda da produção de leite são registrados e noticiados por conta desse problema. Em 2017, por exemplo, um produtor rural do triângulo mineiro perdeu mais de 1.000 litros de leite por ter ficado mais de 30 horas sem energia. O mesmo dilema preocupa os produtores do sudoeste do Paraná. Uma família chegou a perder mais de 2.000 mil litros de leite por conta de uma interrupção no fornecimento de energia elétrica.

 

Se para os pequenos produtores as quedas de energia já representam perdas, imagine para as médias e grandes indústrias. Sem energia elétrica os reservatórios não resfriam e todo o processo é prejudicado. Além disso, para que o problema não se agrave ainda mais, os produtores precisam deixar de ordenhar até que a situação normalize.

 

“A falta de energia implica em não ordenhar os animais. Se uma vaca não é ordenhada, ela diminui ou até mesmo para de produzir leite, então, o primeiro prejuízo que nós temos com a queda de energia é uma redução na produção. Uma parada temporária no fornecimento de talvez não cause muito mais que isso, mas, se o tempo vai passando e a ordenha não é realizada, você começa a ter problemas mais sérios, inclusive na saúde do animal”, explica Winston Giardini, zootecnista e gerente nacional da Equipe Ruminantes Alltech do Brasil. “Com o leite acumulado por falta de ordenhação, o úbere da vaca expande e começa a jorrar leite para fora. Isso é perigoso, pois expõe o animal a bactérias patogênicas, que podem causar doenças como a mastite. Se isso acontecer, a primeira consequência são os custos com o tratamento, e a segunda é uma perda total naquela criação. Isso não acontece se você ficar uma hora sem ordenhar, por exemplo, mas se a energia elétrica não se reestabelecer em dez ou doze horas, aí a situação se agrava.”

 

Mas e em relação aos equipamentos? Quais as consequências da queda de energia?

 

De acordo com Winston, esse problema é relativo. “Quando temos um gerador acoplado do resfriador, ele irá fazer o equipamento funcionar se faltar energia. Caso o resfriador esteja vazio, o leite será colocado lá dentro e, então, resfriado. Esse processo deve acontecer logo após a ordenha, pois o leite sai da vaca a uma temperatura de 37ºC e o resfriamento evita o contágio de bactérias. Agora, se você já ordenhou e o leite está no refrigerador, quando a energia cai, demora algum tempo para que ele perca a qualidade. Conforme o leite aquece, a multiplicação de bactérias aumenta. Essas bactérias não são, necessariamente, patogênicas, mas podem comprometer a qualidade do produto, uma vez que ele deve seguir medidas estabelecidas pela legislação brasileira”, esclarece.

 

 

Mas ainda bem que para todo o problema existe uma solução: a sua produtora de leite pode depender um pouco menos das concessionárias de distribuição de energia elétrica, sabe como?

 

Investindo em tecnologia.

 

A NHS é uma empresa especializada em nobreaks, dispositivos eletrônicos capazes de “filtrar” a energia elétrica e evitar quedas bruscas.  A maioria desses aparelhos possui uma ou mais baterias internas. Enquanto o nobreak está conectado à energia elétrica, suas baterias são carregadas. Quando a energia elétrica é cortada, as baterias são ativadas e todos os equipamentos ligados ao nobreak recebem a energia acumulada.

 

Para cada necessidade há um determinado modelo de nobreak. No caso dos produtores de leite, os modelos mais indicados são os nobreaks senoidais, que possuem um excelente custo benefício agregando uma autonomia. Para ordenhadeiras robotizadas convencionais, indicamos o nobreak senoidal de 3 KVA (potência), com filtro EMI. O módulo de bateria deste equipamento é configurado conforme a necessidade do cliente. Além desse modelo, você pode solicitar o seu projeto customizado caso a sua produção possua uma demanda específica.

 

O nobreak NHS senoidal de 3 KVA com filtro EMI é o mais indicado para evitar quedas de energia em ordenhas.

 

Somados a geradores, os nobreaks são capazes de manter a sua produção em dia e evitar futuras dores de cabeça. Entre em contato com a nossa equipe comercial para mais informações sobre nossos produtos corporativos e projetos personalizados.

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