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Como dimensionar corretamente um nobreak para suas necessidades 

Continuar utilizando os equipamentos eletrônicos essenciais em casos de queda de energia é um dos grandes benefícios dos nobreaks, que possuem uma bateria que permite o funcionamento dos dispositivos conectados a ele por mais um tempo quando falta luz. Além disso, os nobreaks protegem os equipamentos contra os danos causados pelas falhas de energia. 

Mas para que o nobreak funcione adequadamente e atenda as necessidades do usuário, ele precisa ser dimensionado adequadamente. Para isso, devem ser analisados quatro pontos: 

1 – Definição do tipo do nobreak 

Modelos semi-senoidais: para equipamentos de informática, em geral, (roteadores, switches, modens, impressoras jato de tinta, entre outros), computadores domésticos, TVs, centrais de alarme, pequenas estruturas de CFTV e PDVs (pontos de vendas). 

Modelos Senoidais: servidores de informática, ambientes de TI, computadores para jogos, grandes e médias estruturas de CFTV, equipamentos médicos, hospitalares, odontológicos, impressoras laser, equipamentos de som e pequenos e médios motores. 

Modelos Online: equipamentos que exijam uma forma de onda perfeita, livre de ruídos e transitórios, sem nenhum tipo de interrupção e, geralmente, com potências elevadas. Normalmente indicados para: grandes estruturas de informática (data centers), equipamentos médicos e hospitalares, máquinas de pequeno e médio porte, impressoras do tipo “plotter” e grandes cargas. 

2 – Autonomia esperada 

Uma vez definido o tipo do nobreak, será necessário definir por quanto tempo ele manterá seus equipamentos ligados quando ocorrer uma falha de fornecimento de energia elétrica. 

Esta autonomia deve ser baseada no período de tempo que o usuário julgue ser necessário para finalizar suas atividades com segurança ou o quanto deseja manter ligados seus equipamentos de monitoramento ou vigilância, por exemplo, durante uma queda de energia. 

Tais autonomias podem variar de poucos minutos até horas, dependendo do tipo de equipamento e utilização, ou não, de bancos de baterias. 

3 – Definições das tensões de entrada e saída 

Neste passo, será necessária a identificação da rede de alimentação do local onde o nobreak será instalado: 127V, 220V ou rede trifásica. 

Além disso, devem ser analisados cada um dos equipamentos que serão conectados ao nobreak para que sua tensão de saída seja compatível com a tensão de seus equipamentos. 

4 – Potências dos Equipamentos x Potência do Nobreak 

O somatório das potências de todos os equipamentos conectados ao nobreak não poderá ultrapassar 80% da capacidade nominal dele. Este dimensionamento se faz necessário para que o sistema não opere em seu limite, minimizando a possibilidade de superaquecimento ou sobrecarga. 

Para identificar qual o consumo de um equipamento, deve-se analisar o manual do usuário, ficha técnica ou, até mesmo, a etiqueta fixada nele.  

Normalmente, essa informação é apresentada como potência e/ou consumo – em (W) watts ou (VA) volt / ampere. 

A NHS possui um time de engenheiros próprios e especializados que oferecem suporte no dimensionamento dos projetos. Somos uma das mais tradicionais do segmento com 35 anos de mercado e possuímos grande variedade de nobreaks tanto para residências quanto para empresas de todos os portes. 

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